Para os egípcios, a perpetuação
da vida depois da morte dependia de diversos elementos a sobrevivência do nome
a conservação de seu corpo ,o abastecimento regular de alimentos e superação de
diversas provas que pudessem aparecer durante o trânsito em direção ao além .A
crença em outra vida não respondia a um desejo de satisfação espiritual, era um processo material e
prático.
As mastabas e as pirâmides foram
construídas para abrigar o Ka (nome dado à nova personalidade do falecido ). O
tamanho a riqueza e a complexidade das tumbas variavam em função da idade ,da
categoria do falecido e das transformações e dos conceitos arquitetônicos ao
longo dos séculos. Antes do falecimento , o egípcio tinha que entrar em contato
com os embalsamadores e garantir os serviços de um sacerdote que, em troca de
dinheiro, depositaria diariamente oferendas em sua tumba. O processo de
conservação do corpo era demorado ; extraiam-se as vísceras e o cérebro (mas
não o coração ); O corpo era tratado como natrão para que se desidratasse mais
conservasse a elasticidade da pele , e mais tarde era envolvido com linho ,
finalmente , era vedado e posto em um caixão de madeira (apena os faraós e a
família real eram enterrados em arcófagos). Muitos objetos eram colocados nas tumbas, alguns
deles pertenciam ao falecido quando vivo, outros eram feitos especialmente para
ele nessa ocasião. Também se colocava a chamada “confissão negativa”. Para
enfrentar o julgamento de Osiris e testemunhar que morto não cometera más ações.
Anúbis
, deus dos mortos , mumifica o falecido. Pintura mural do interior da tumba de
Ssennedjem (Novo império, XIX dinastia ). Deir-el-Medina, Tebas ocidental. O
deus Anúbis reinava sobre as tumbas ,e as orações mortuárias eram dirigidas a
ele.
Post curto né ?! Mas meega informativo!
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